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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Limpos de coração


“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.” Mateus 5.8

No grande e terrível dia do encontro com Deus, os homens que trouxerem os seus corações puros verão a Deus. Deus é glorioso, supremo em majestade, o seu esplendor é mais intenso e forte do que o resplendor do sol quando fulge na grandeza de toda a sua força, dourando as nuvens do céu, enrubescendo a imensidade poente. Deus é mais lindo, mais sublime, do que tudo o mais belo que já temos visto no mundo, nada alcança a magnitude da beleza da sua face. Ninguém a viu, mas “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1).

Nesse dia do encontro com Deus nos céus, os limpos de coração poderão contemplar a glória suprema do eterno Criador, que vive desde sempre, de eternidade em eternidade. A visão da face de Deus será a visão mais magnífica que nós nem podemos hoje imaginar. Quereremos vê-la mais e mais e a veremos por toda a eternidade. Entretanto, o versículo fala dos limpos de coração. Os que estiverem com o coração sujo por pecados não poderão ver a face de Deus.

O coração do homem se suja pelos olhos do homem, por sua boca, por seus ouvidos, por suas mãos, pelos seus maus pensamentos. O adultério, a prostituição, o homossexualismo, a mentira, o orgulho, a inveja e outros muitos mais tipos de pecado, que podemos conferir na Bíblia Sagrada, sujam o coração do homem, de modo que ficarão de fora dos céus os que tais coisas fazem, como nos atesta Apocalipse 22.15, 21.8 e 1 Aos Coríntios 6.9-10.

Deus quer que todos se salvem e o sangue de Jesus Cristo, derramado na cruz, purifica o homem de todo o pecado. Deus quer que você entre nos céus. Ele está interessado nisso. Jesus Cristo pagou um altíssimo preço na cruz do Calvário, fez uma obra extraordinária, por te amar de uma forma incalculável, para que você, arrependendo-se dos teus pecados, confessando-os a Cristo, invocando o seu magnífico nome, fosse perdoado, purificado, salvo, transformado numa nova criatura, havendo nascido de novo, da água e do Espírito, e pudesse ver a Deus, face a face nos céus um dia. Assim, pois, ficam as palavras ditas no Sermão do Monte pelo maravilhoso e eterno Senhor e Salvador Jesus Cristo, que foi dado por Deus “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.” Mt 5.8

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A Cristo a glória

Jesus Cristo, que é Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade e Príncipe da paz, que reina eternamente sobre tudo e todos, Onipotente, Onisciente, Onipresente, Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Leão da Tribo de Judá, Alfa e Ômega, Princípio e Fim, Primeiro e Derradeiro, Brilhante Estrela da manhã, Rei dos reis, Senhor dos senhores, o Senhor, disse certa vez da seguinte maneira:

"Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas." João 10.11

A fonte de toda verdadeira alegria, a nossa salvação, a nossa paz, nossa felicidade, nosso Senhor, Jesus Cristo, Redentor, também falou num certo dia para um mestre de Israel chamado Nicodemos:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3.16

E o Verbo Vivo de Deus, que fez-se carne e entre nós habitou, que veio para os que eram seus, mas os seus não o receberam, que humilhou-se tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens, humilhando-se até a morte, e morte de cruz, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna, dando-nos o poder de sermos chamados filhos de Deus, aos que cremos no seu nome; o Pão da Vida descido do Céu, cujo corpo passou três dias no sepulcro, mas que, triunfando sobre a morte, ressuscitou de entre os mortos e que subiu aos céus, após quarenta dias de instrução aos seus discípulos, sendo soberanamente exaltado pelo Pai das luzes, que habita na luz inacessível, e que também, havendo recebido um nome que é sobre todo o nome, julgará todas as nações com vara de ferro, com justiça e com rigor; a Cristo a honra, a glória, a força e o poder, entre os povos e nações, na terra inteira, que é do Senhor, no mundo todo, por toda gente; a Cristo, o Filho de Deus, e o Senhor, e o Criador, a adoração, ao Santo e Glorioso Salvador seja rendida toda a exaltação.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Glorioso, majestoso e imutável

Jesus é glorioso, majestoso, eterno e imutável. Não há quem seja mais belo ou mais inteligente, nem bondoso, nem mais justo, nem mais gracioso do que o nosso Deus. Vestido de poder, de graça e de eqüidade; não há quem seja mais magnífico do que o Senhor. Digno de honra, de glória e de majestade. Ele é mais alto, mais intenso e mais profundo. Ele é mais forte, mais imenso e verdadeiro. Ele é melhor, que toda a gente. Ele é maior que o mundo inteiro. Ele é mais lindo do que tudo.

Jesus é lindo e amoroso, e por amar tão mais profundamente, deixou a glória imensa no céu e desceu à terra, fazendo-se humano sofredor, rebaixando-se para servir à criatura e mais ainda quando subiu no monte do Gólgota para morrer na cruz por nós. Deus Pai ama a Jesus, seu Filho, tão inefavelmente, que soberanamente o exaltou, ressuscitando-o de entre os mortos e dando-lhe um nome que é sobre todo o nome e perante o qual todo o joelho se dobrará e toda a língua confessará, que Jesus é o Senhor.

Quem crê nesse... se você crê nesse Jesus tão glorioso, tão lindo, tão sábio, você tem a vida eterna e o encontrará nos céus um dia; você o verá face à face. Mas, se você não crê, o dia da ira de Deus aguarda pacientemente: se você não crê, será condenado. Mas Deus não quer que ninguém se perca; Ele quer que todos venham ao arrependimento e ao conhecimento da verdade. Esse Deus maravilhoso perdoará os teus pecados se você se arrepender e confessá-los a Ele.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

João 3:16

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."

Quem disse isso foi Jesus Cristo. Quem escutou foi Nicodemos, um mestre de Israel, que fora ter com Jesus de noite. Jesus está dizendo que seu Pai YAWEH deu seu Filho unigênito, quer dizer, Jesus mesmo; para que os que crêem nele não morram, mas tenham a vida eterna. Primeiro, Deus amou o mundo de uma forma imensurável, da qual não sabemos nem a largura, nem a altura, nem a profundidade, porque o amor de Deus excede todo o entendimento. Segundo, Deus agiu, porque amar também é agir. Quem ama prova o seu amor por suas atitudes, e Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós sendo nós ainda pecadores. Você não é simplesmente o que você diz, mas também o que você faz. Terceiro, Deus deu o seu melhor: o único Filho. Quarto, quem crê em Jesus tem a vida eterna, quem não crê não tem a vida eterna. E o que é crer? Com certeza não é simplesmente dizer "Eu creio", "Eu sou cristão" ou "Eu vou à igreja". Crer é confiar e implica em obedecer. Se alguém diz que crê que um remédio lhe curará de uma terrível enfermidade e não tomar o remédio, por acaso essa fé dele será verdadeira? A fé sem obras é morta. Quem crê obedece. Quem prevarica e não persevera na doutrina de Cristo não tem a Deus: quem persevera na doutrina de Cristo tem tanto ao Pai quanto ao Filho. Quinto e último, há apenas dois destinos: ou você vai para o inferno ou para o céu, ou morre ou tem a vida eterna. Creia no Senhor Jesus Cristo!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fiel obediência

Uma maneira simples de saber se temos Deus na vida está relacionada à perseverança na doutrina de Cristo. Muito simples: se perseveramos nos ensinamentos de Jesus, temos tanto o Pai como o Filho; se não perseveramos na doutrina do Senhor e prevaricamos, não temos a Deus.

Nada de parcialidade. Separar fé e obras criará heresias. Somos salvos pela fé na Palavra de Deus. Mas se não obedecêssemos ao que essa Palavra nos ensina, não estaríamos deixando de crer que a obediência nos livraria da morte? Se dissermos que cremos em Jesus, mas negarmos pelas nossas obras a importância do perdão, não estaríamos varrendo todo o sentido da nossa fé? Crer é obedecer, porque se a Palavra de Deus é digna de crédito, ela também é digna de obediência. A fé sem obras é morta. Você será salvo pela fé, mas produza frutos dignos de arrependimento. A fé viva reflete-se em boas obras.

Você tem fé e não persevera na doutrina? Cuidado que Cristo volta e você fica pra trás. Você se diz cristão, mas não obedece à Bíblia? Veja que pelas tuas obras serás julgado. Você vai à igreja, mas não leva uma vida de santidade? Considere a parábola das Dez Virgens. Deus quer que todos se salvem, pela fé que obedece à Sua vontade.

Dois extremos precisam ser evitados. Alguém diz que somente a fé salva, entendendo por fé simplesmente a confissão verbal da religião cristã. Ele poderá viver uma vida absolutamente dissoluta e afirmar todos os dias de sua existência que crê em Deus. Isso o levará para o inferno. Deus requer santidade.

Outro alguém diz que somos salvos pelas nossas boas obras, sem a cooperação da graça divina em nossas ações. Ele fará obras filantrópicas e desprezará completamente o amor de Jesus Cristo e a preciosidade de Seu sacrifício para a sua salvação. Isso o colocará dentro do lago de fogo e enxofre.

Quem crê que Jesus é o Filho de Deus e só disse a verdade deve obedecer aos mandamentos que Ele nos deixou para que andássemos neles. A fé viva e a conduta piedosa e fiel não podem ser desatadas.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Amar: palavrinhas bonitinhas?

Amar não consiste na prática de ações bonitinhas ou em palavras graciosas e polidas. Por exemplo, se o homem vai para o inferno e não sabe disso, se não sabe que pode fazer alguma coisa, acusá-lo de seu pecado, mostrar a sua culpa, dizer-lhe com todas as letras que irá para o fogo eterno, caso permaneça como está, indicar-lhe, então, o caminho são verdadeiros atos de amor. Deus primeiro revelou que todo mundo havia pecado gravemente e não poderia fazer nada; depois foi que, na plenitude dos tempos, mostrou a saída em Jesus Cristo. Amar não é lisonjear, mas querer o sumo bem, ainda que as palavras sejam ásperas como o chinelo do pai e tão desagradáveis como os remédios mais eficientes.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A negação de tudo


Quando a verdade é implacável, o homem nega a existência da verdade. Quando a moral é inflexível, o homem nega a existência da moral. Quando a razão é inconveniente, o homem nega a importância da razão. Quando Deus expõe a miséria humana, o homem nega a existência de Deus.

O ser humano fará de tudo para jogar o lixo de sua culpa para debaixo do tapete, e chegará mesmo ao ponto de negar a sua própria existência se ela lhe acusar de alguma forma.

Enquanto as pessoas não se dobrarem perante Jesus Cristo, arrependendo-se e confessando seus pecados, o que está torto nunca será consertado e a culpa do homem jamais será retirada. Mas, quando se trata de Cristo, o ser humano será capaz de negar tudo sobre Ele.

ADENDO: Graças a Deus que essa constante tem exceções benditas! Há todo um povo que se curvou perante o Senhor Jesus, dizendo SIM!

sábado, 16 de janeiro de 2010

O Evangelho que contraria


O Evangelho te contraria!

Você quer elogios, o Evangelho te exorta, você quer agrados, o Evangelho te repreende, você quer conservar as aparências, o Evangelho arranca as tuas máscaras, você quer viver na carne, o Evangelho te chama para viver no espírito, você quer o efêmero, o Evangelho te oferece o eterno, onde você quer vida o Evangelho te oferece morte, onde você quer morte o Evangelho te oferece vida, onde você tem esperança o Evangelho te desespera e onde você está desesperado o Evangelho te enche de uma maravilhosa fé. O melhor momento da minha vida foi quando eu fui francamente contrariado por Deus! Chega de evangelho que não muda ninguém!

Nicodemos disse:
- Mestre.
Jesus Cristo disse:
- Você precisa nascer de novo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O pão rasgado e o cálice derramado

Na instituição da Santa Ceia, Jesus Cristo pegou o pão, partiu-o e disse que aquele era o seu próprio corpo, rasgado em favor dos cristãos. O Mestre também pegou o cálice e disse que aquele vinho era o seu sangue, derramado pelos cristãos. O que isso significa?

Gostaria de chamar a atenção para o fato de que Jesus sabia que iria morrer em breve; sabia que a morte iria ser dolorosa (Ele conhecia a passagem bíblica que diz "ele foi moído"), sabia que iria levar o pecado de toda a humanidade, que viveu antes da encarnação de Cristo e que viveria durante toda a história, e, tendo em vista que algo representado perante nossos olhos ganha ênfase, o próprio Jesus representou a sua morte, partindo o pão e distribuindo o cálice, e destacou "esse é o meu corpo" e "esse é o meu sangue".

Quanto Jesus sofreu?

Se Cristo sofreu a culpa do pecado de toda a humanidade, cabe perguntar: qual o tamanho da humanidade? Com certeza, não é nem 6, nem 7 e nem 8 bilhões, porque temos mais ou menos isso hoje e não em toda a história. Conhecemos o que aconteceu a Abraão. Havendo lhe prometido um filho, Deus manda Abraão olhar para o céu e contar quantas estrelas existiam. Obviamente, ele não conseguiu. Assim, se algum dia alguém pudesse contar todas as estrelas, conseguiriam contar também a descendência de Abraão. Os filhos de Abraão seriam tão numerosos quanto as estrelas. Outro tanto, antes de receber o perdão de Deus, cada pessoa traz culpas dentro de si. Cada atitude errada que tomamos e cada palavra insensata que dizemos nos trazem muitas vezes uma grande culpa no coração. Muitas pessoas sofrem desesperadamente, por haverem cometido erros no passado e há pessoas que chegam ao suicídio por causa da culpa. A culpa incomoda e maltrata. A Bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus e que não há um justo sequer. Cada culpa é uma culpa, cada pessoa, antes do perdão de Cristo, carrega culpas em seu coração e a humanidade é tão numerosa (ou mais) que as estrelas do céu. Havendo Jesus, Cordeiro imaculado, sem culpa alguma e sem pecado algum, levado os pecados de toda a humanidade e as consequentes culpas sobre si, podemos perguntar: "Quanto Jesus sofreu?" Por isso, no Jardim das Oliveiras, Jesus, o Filho de Deus, pediu ao Pai que, se possível, passasse dele aquela dificuldade, contudo, que fosse feita a vontade do Pai e não a dele e por isso Jesus suou sangue. O sofrimento de ordem espiritual foi muito maior do que o de ordem física, ainda que este tenha sido altamente doloroso. E tudo isso foi por nós, para que tivéssemos vida. Os pecados que eu pequei e os pecados que você pecou estavam sobre Jesus na cruz.

Tendo Jesus feito tanto por você, o quanto você tem valorizado o sacrifício de Cristo? O quanto você tem se desprendido dos seus caprichos por amor ao majestoso Salvador? Você tem ao menos pensado em Jesus? Você já deixou a sua vida de pecados por causa do Senhor? Para isso Ele sofreu tanto.

Que Deus possa nos fazer lembrar mais do que Jesus Cristo fez por nós e de quem Jesus Cristo é, e, assim, que nós possamos clamar a Deus que mude para melhor a nossa conduta perante Ele.

ADENDO: Jesus ressuscitou e assim, quem morre com Cristo para o mundo, ressuscita por Cristo para Deus.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Cheiro de vida e cheiro de morte

Conhecer a Jesus Cristo é como sentir um cheiro muito forte. Você pode gostar, mas pode também se sentir tão contrariado e tão desconsertado a ponto de odiar o momento em que alguém lhe falou de Jesus. Vai depender se você é salvo ou não. Cheiro de vida para uns, para outros, cheiro de morte.

Certa vez, voltando da universidade à noite, sentei-me num banco de terminal de ônibus e abri um livro. Ao meu lado, noutro banco, um homem começou a ouvir alguma banda de rock. Tentei ler, mas Deus me incomodava para que pregasse o Evangelho a ele. Comecei a falar-lhe então acerca das música que estava ouvindo e como, antes de minha reconciliação com Deus, eu escutava bandas de rock também. Citei algumas, como Iron Maiden, Black Sabbath, Angra e Helloween. Testemunhei sobre o que Deus havia feito em minha vida, como me transformou, como me arrancou de uma grande tristeza. Já dentro do ônibus, prossegui falando-lhe a Palavra de Deus, argumentando sobre assuntos relacionados à sua vida. A certo momento, extremamente incomodado com a verdade divina, o homem me disse que preferia não ter me encontrado, porque eu estava certo e agora ele não conseguiria dormir: ficaria pensando na Palavra de Deus. Disse-lhe que estava então satisfeito. Ele desceu e eu prossegui o trajeto.

O que aconteceu? meu amigo foi confrontado com a verdade e ficou muito contristado, porque viu como estava errado. Ninguém fica indiferente perante o conhecimento de Jesus Cristo. Para os que se perdem, ouvir de Jesus é extremamente desagradável, pois a Palavra de Deus aniquila o orgulho do homem, fuzila a sua soberba, destrói toda a auto-confiança e toda a auto-estima, para que o homem confie e estime somente a Deus. A Palavra é um espelho, que mostra o real estado do indivíduo, e ninguém gosta de se ver como um miserável. Mas a tristeza causada por Deus é boa, porque gera arrependimento e reconciliação.

O conhecimento de Jesus Cristo, para os que se perdem, é cheiro de morte para morte, mas para os que se salvam, cheiro de vida para vida. Que você, leitor, possa sentir cheiro de vida para vida, se não agora, porque está contristado pela Palavra de Deus, em breve, quando estiver já transformado numa nova criatura.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A paz com Deus


Aos Romanos 5:1
"Sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;"

I
No texto escolhido para a exposição, Deus, através do apóstolo Paulo, nos ensina verdades importantíssimas para a nossa vida. E verá o leitor, talvez com desgosto, talvez com prazer, mas com certeza com proveito, como a fé é séria, a justificação necessária e a paz imprescindível.

Após dissertar sobre a ira de Deus, a impenitência dos judeus e a justificação pela fé, Paulo nos afirma, concluindo, no capítulo 5 da carta Aos Romanos, versículo 1, que o ser humano é justificado pela fé. Daí nós podemos tirar dois ensinamentos imprescindíveis e totalmente necessários.

Em primeiro lugar, todos quantos creram em Jesus Cristo são justificados. Isso implica no fato de que antes da fé, essas mesmas pessoas eram injustas, não cumprindo, portanto, a lei e estando todas sujeitas às punições consequentes. Os homens, antes da fé, eram injustos e voluntariamente praticavam as coisas opostas à lei, merecendo como qualquer criminoso as punições cabíveis, que, no caso da lei de Deus, convergem para uma só pena: a morte. Entretanto, os homens que creram foram justificados, tendo, pois, toda a sua condenação, a sua pena de morte, aniquilada.

Em segundo lugar, essa justificação é pela fé. A fé não é material, é invisível e espiritual, nascida no interior mais profundo do indivíduo. A fé não é obra, nem o que eu faço, de modo que podemos destacar um grande ensinamento bíblico para nós: nós não cremos porque somos justificados, mas somos justificados porque cremos. Entre uma e outra idéia vão uma distância e uma diferença muito grandes. Se cremos porque somos justificados, a nossa justiça vem antes da fé e, assim, alcançamos a salvação de nossas vidas pelas obras de justiça que houvéramos praticado. Mas a Bíblia não nos diz isso. Pelo contrário, ela nos afirma que somos justificados porque cremos: a fé veio antes da justificação e não foi, portanto, pelas nossas boas obras que fomos salvos, mas unicamente por Deus, porquanto até mesmo a fé vem de Deus. Somos justificados porque cremos e cremos porque ouvimos a Palavra de Deus. Dessa maneira, foi Deus quem produziu em nós a fé, por isso cremos, por isso somos justificados.

Outra verdade que Paulo afirma é que, portanto, temos paz com Deus. Nós não apenas estamos em paz, porque estar pode ser passageiro, mas nós temos e, logo, possuímos a paz perpétua com Deus. E o que é paz senão a ausência de conflito e a inexistência de guerra entre uma parte e outra? Ter paz com Deus significa não ter entre mim e Deus nenhum conflito e nenhuma guerra. Tudo está certo agora. Mas ter paz agora significa que antes da fé nós vivíamos em conflito e em guerra com Deus. Como dois exércitos que se enfrentam, nós estávamos do lado oposto a Deus, éramos seus inimigos e a nossa face estava voltada contra o Senhor Supremo do universo e o Todo Poderoso Rei. Lutávamos contra o próprio Deus e tínhamos toda a sua ira contra nós, pronta para desabar sobre nossos corpos. Mas agora estamos do lado de Deus, tendo paz com Ele; e por quê? "por nosso Senhor Jesus Cristo" Paulo diz.

Jesus Cristo levou sobre si todas as nossas iniquidades, todos os nossos pecados e todas as nossas enfermidades; o castigo que era para nós Ele levou sobre si e foi moído por causa dos nossos erros. Isso significa que toda a ira de Deus, que nos esmagaria, foi descarregada sobre o seu próprio Filho para que nós sobrevivêssemos. Ninguém além de Jesus poderia tomar essa atitude, ninguém senão Jesus era capaz de nos tornar amigos de Deus, aplacando o ardor da condenação e desfazendo-a. Cristo foi punido em nosso lugar, mesmo sem ter pecado nenhum. E para quem acha que o Pai tomou uma atitude muito terrível para com o Filho, o próprio Jesus se ofereceu e cumpriu amorosamente todo o propósito de Deus. Assim, porque Cristo Jesus foi dilacerado em nosso lugar, temos paz com Deus e somos justificados pela fé em Jesus Cristo.

II
Se eu terminasse por aqui, a mensagem transmitida poderia parecer simplesmente um sermão bonito e uma história de grande valor literário. Mas para que se levante os olhos desses pensamentos pequeninos e se enxergue as reflexões grandiosas desses termos bíblicos para a inteligência nossa, façamos logo uma aplicação.

Quem não é justificado pela fé não tem paz com Deus. Quem não tem paz está em guerra. Quem está em guerra com Deus tem toda a Sua esmagadora ira sobre si. Quem está sob a ira de Deus está sujeito ao inferno e quem está sujeito ao inferno e não passa a crer em Jesus Cristo vai para o inferno. É necessário crer em tudo o que a Bíblia diz que Jesus é e em tudo o que ela afirma que Jesus fez. Quem despreza isso rejeita duplamente, porque trata com desprezo o próprio Deus e o penoso sacrifício de Jesus Cristo. Se a pena dos crimes deve ser proporcional aos mesmos, sendo o juiz, qual sentença você daria para aquele que despreza o próprio Deus e todo o seu amor?

Até o fim da primeira parte, esta mensagem poderia parecer simplesmente bonita, agora ela exige uma atitude tua. Como ouvi uma vez, é melhor que o pecador saia triste com o seu pecado do que alegre com o pregador. Se você crer em Jesus Cristo, será justificado e terá paz com Deus; se não crer, permanecerá injusto e seguirá em guerra contra o Deus Todo Poderoso, pela tua própria escolha. Portanto, quero que você reflita seriamente sobre o que foi dito; e escolha a paz.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Nada te faltará

"O Senhor é o meu pastor; nada me faltará." (Salmos 23:1)

Por vezes na vida da gente passamos por angústias e por sofrimentos, sem saber precisamente o que está acontecendo. Nós ficamos preocupados. O que será do futuro? E se a comida acabar? E se a roupa faltar? E se o aluguel vencer de novo? E se a doença chegar? E a solidão? E a velhice sozinha?

Se somos ovelhas de Cristo, podemos ter a certeza de que nada nos faltará, porque o Senhor nos apascenta. Quando a nossa visão não enxerga o caminho, Ele nos guia. Quando o cansaço e a fome chegam, Ele nos faz deitar em verdes pastos. Quando o sol ardente nos maltrata na caminhada, Ele nos leva às águas tranquilas de um manso riacho e refresca a nossa alma.

Cristo nos alegra na tristeza, nos anima no desânimo, nos fortalece na fraqueza, nos abriga na tempestade, nos dá segurança no medo e perdoa todos os pecados.

Jesus é o Bom Pastor, e o Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas.

Confie em Jesus!!!!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Um Deus que age em favor do ser humano

O Cristianismo tem por característica o seguinte fato: é sempre Deus quem toma uma atitude em favor da humanidade. Jamais o homem tomou uma atitude em direção a Deus sem que Deus haja tomado uma atitude antes em direção ao homem.

Basicamente, a História Cristã segue-se assim:

(1) Deus criou o homem à sua imagem e à sua semelhança;
(2) O homem pecou, afastando-se de Deus. Como conseqüência veio a separação entre Deus e o homem, porque Deus é santo e, portanto, não se mistura com o pecado.
(3) Deus envia a lei, para mostrar o pecado do homem;
(4) Na plenitude dos tempos, Deus envia a Jesus Cristo para com seu sangue redimir a todo o que crê.

(1) No Jardim do Éden o homem gozava de plena comunhão com Deus.

(2) Por causa da desobediência, o homem se afastou de Deus, perdendo a comunhão com Ele.

(3) Mas Deus, por tanto amar o mundo, queria que o homem recuperasse a antiga comunhão. Contudo, um dilema estava travado. De um lado o homem sujo pelo pecado e de outro Deus que não se mistura com o pecado. De um lado o homem que não sabe que é pecador, nem sabe, logo, que necessita de salvação; de outro lado, um Deus que quer trazer para si a humanidade. Se dependesse do ser humano, nada iria mudar, porque ele não sabia que era pecador. O que fazer então? Deus toma uma atitude de amor para com a humanidade: envia a lei, para que ela mostrasse abundantemente o pecado dos homens e a incapacidade do ser humano de se salvar. A lei foi enviada para que a ofensa abundasse, fosse vista em grande quantidade, fosse estampada perante o rosto de cada um e para que todos fossem encerrados debaixo do pecado, de modo que ninguém pudesse dizer "Não tenho pecado". Sem a lei, o homem que já estava no pecado, continuaria no pecado sem saber, continuamente afastado de Deus. Com a lei começa o processo de reconciliação do homem com Deus, porque agora o ser humano já se achava desgraçado e infeliz, triste e frustrado com os próprios pecados, estremecendo perante a severidade da lei.

(4) Depois que todos estavam debaixo da lei do pecado e encerrados sob a ira de Deus, desesperados, sem poder cumprir a lei e tendo por destino as chamas eternas do inferno, na plenitude dos tempos, Deus toma outra atitude de amor: envia o seu Filho unigênito para cumprir toda a lei em nosso lugar e para cumprir a obra redentora em nosso favor. Assim, Jesus foi pendurado numa cruz, como um criminoso, foi blasfemado, espancado e moído, levando sobre si todos os nossos pecados. Morto uma vez, ressuscitou ao terceiro dia. Dessa forma, todos os que crêem em Cristo Jesus, pelo sangue do Salvador, são arrancados de debaixo da lei do pecado, são lavados no sangue de Jesus Cristo, nascem de novo, sendo feitos novas criaturas e, então, podem gozar daquela antiga comunhão que o homem tinha com Deus no Jardim do Éden. Outro é o destino do homem: agora os céus, a incorrupção e a vida eterna.

Nestas coisas vemos sempre Deus tomando atitudes em favor da humanidade. Porque, desde a antigüidade, ainda não se viu e ainda não se ouviu de um Deus que trabalha em favor daqueles que n'Ele esperam. Vemos também que o primeiro passo para o homem hoje se reconciliar com Deus é o reconhecimento de que é pecador e necessitado de um salvador. Além disso, é preciso crer que Cristo Jesus é esse Salvador e que é poderoso para perdoar os pecados do homem. É necessário também que o homem confesse os seus pecados e se entregue a Jesus Cristo.

Nisto seja glorificado o Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.


segunda-feira, 6 de julho de 2009

Salvos pela graça

"Porque pela graça sois salvos [...]" (Efésios 2:8)

Conforme a afirmação bíblica, somos salvos pela "graça". Graça é um favor feito por uma pessoa a outra pessoa, em que quem favorece não é obrigado a favorecer e em que quem é favorecido não merece o favor. O favor feito por Deus para com o mundo foi enviar seu Filho Jesus Cristo, para levar sobre si todos os nossos pecados, morrendo na cruz como um criminoso e ressuscitando ao terceiro dia num corpo de glória, enquanto nós éramos ainda inimigos de Deus.

Deus não era obrigado a enviar seu Filho, nem nós merecíamos ser salvos. Se Deus não enviasse Jesus Cristo, sendo nós pecadores, Deus não precisaria prestar contas a ninguém e nós iríamos invariavelmente para o inferno.

Mas Deus, por causa do grande amor com que nos amou, deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que n'Ele crê não pereça mas tenha a vida eterna.

A salvação é pela graça, por meio da fé. Quem crê que Jesus é o Filho de Deus recebe a "graça" divina.

Se você me pergunta "Como posso ser salvo", eu te digo "Cumpra toda a lei que foi dada a Moisés e, pelas tuas obras, você será salvo". Mas se você for olhar para a lei, chegará à conclusão de que nunca conseguirá cumpri-la por completo. Assim, você nunca será salvo, porque a palavra de Deus diz que é maldito todo aquele que não persevera em toda a lei, para cumpri-la. Dessa forma, o teu destino é o inferno.

Mas graças a Deus que a salvação não vem pelas obras, porque ninguém teria obras suficientes para ser salvo. A salvação é pela graça de Deus. Como não poderíamos nunca cumprir toda a lei, Deus enviou a Jesus Cristo para cumpri-la por completo em nosso favor e, pelo seu sangue derramado na cruz, lavar todos os nossos pecados. Nisso vemos que a lei nos mostra a nossa incapacidade de nos salvarmos a nós mesmos e a nossa total dependência de alguém (Jesus Cristo) que cumprisse toda a lei por nós.

Uma vez cumprida toda a lei por Jesus Cristo, resta ao homem crer no Salvador Jesus e receber o favor imerecido de Deus. As boas obras serão consequências da graça de Deus operante em nós.

Rouver Júnior

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Morte e vida

Por um homem o pecado entrou no mundo e pelo pecado a morte, mas por outro veio a ressurreição e a vida. Quem são esses homens?

Deus criou os céus e a terra, os animais e tudo o que existe, incluindo o ser humano. Adão foi feito o primeiro homem vivente, a quem foi dada por companheira e adjuntora a carne de sua carne e ossos de seus ossos, Eva. Pela tentação de Satanás, Eva pecou desobedecendo a Deus e dando de comer do fruto que Deus havia restringido a Adão.

Por Adão entrou o pecado no mundo, por causa da desobediência, e, como o salário do pecado é a morte, entrou no mundo com o pecado a morte. Por isso que depois de Adão todos morreram. Não fosse o pecado o homem não morreria, porque não foi feito para morrer, mas para viver.

Assim, por causa de Adão todos foram feitos pecadores e destituídos ficaram da glória de Deus. Sobre a terra não havia um justo sequer. Como Deus não tolera o pecado, estando o homem afundado no lamaçal do pecado, a ira de Deus veio ardentemente sobre o ser humano, tanto homem quanto mulher.

Deus, sendo sempre Senhor Soberano sobre tudo e todos, poderia simplesmente aniquilar todo o homem de sobre a face da terra. Deus é Justo Juiz que se ira todos os dias e tudo está nas mãos de Deus, que tem poder tanto para colocar o homem no céu como para lançá-lo no inferno. E o homem respirava pecado e perversidade e Deus poderia, se quisesse, lançá-lo imediatamente no inferno. Mas Deus também é Deus de misericórdia. As misericórdias de Deus renovam-se a cada manhã. Todos os dias Ele se ira por causa do pecado, mas as suas misericórdias, que são a causa de não sermos consumidos, renovam-se ao nascer do sol.

Mas o ser humano estava no pecado e inevitavelmente seu destino era o inferno, não fosse a suprema e unicamente divina ação de Deus em favor dos eleitos, que escolhera desde antes da fundação do mundo.

Deus deu o seu único Filho para levar sobre si todos os nossos pecados e ser moído pelas nossas transgressões, suportando o castigo que era para nós e as nossas enfermidades. Jesus Cristo cumpriu toda a obra redentora perfeitamente, morrendo morte de cruz e ressuscitando ao terceiro dia.

Esse é o segundo homem, o segundo Adão. Por Adão entrou o pecado e a morte no mundo, por Jesus Cristo veio a ressurreição e a vida. Todos morrem em Adão, todos vivem em Cristo.

Mas a história poderia passar despercebida por você, leitor, se não fosse o que tenho para dizer agora.

Cristo cumpriu toda a obra redentora, cravou na cruz a nossa condenação e expôs publicamente os nossos derrotados inimigos. Contudo, para que a obra de Cristo faça a diferença na tua vida, você precisa abraçar a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Messias, o Salvador de tua alma, a expressa imagem de Deus e um com o Pai, entregando-lhe a tua alma e todo o teu ser. Você precisa considerar a mensagem da cruz em teu coração como a magnífica ação de Deus em teu favor. Caso contrário, você não receberá a graça de ser justificado pela fé em Cristo, porque resignadamente você não o quer, e de ser salvo pela graça de Deus. Você continuará debaixo do pecado, e da morte, e da ira de Deus, sendo inimigo de Deus pelo teu próprio entendimento, sendo trevas, escravo do pecado, marionete de Satanás, vivendo em uma vã maneira que por tradição você recebeu de teus pais.

A mão do Senhor Jesus ainda está estendida para te arrancar do charco de lodo, lavar-te de toda a imundície e firmar os teus pés sobre a rocha, fazendo-te um santo de Deus, alvo, puro, limpo, imaculado.

Para tanto, você precisa, amigo, de ter responsabilidade com a tua própria alma e arrepender-se dos teus pecados e reconhecer que você precisa de Jesus Cristo para ser salvo e viver realmente, porque, relembrando, pelo pecado entrou a morte no mundo. Todos os que estão no pecado estão mortos para Deus.

Por isso a expressão a ser usada agora é: Arrependa-te.

(Rouver Júnior)